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Archive for the ‘Cristina Kian’ Category

Estava eu hoje, pegando um pouco de água na cisterna do vizinho, Prof. Renato, aqui ao lado, e ao observar o balde afundar-se e sobreviver somente graças aos meus puxões la de cima, não permitir-se afundar por afundar e ponto, sobreviver, mesmo que com as variáveis ferrugem e com o tempo, que no caso do ferro seria simplesmente oxigênio; me peguei pensando no que eu e a Cris estávamos pensando sobre as novas buscas por petróleo no litoral brasileiro: Peço sua licença aqui para entrar na minha mente, mas antes disso, saiba que isso será uma viagem sem volta, seria como experimentar ser um Avatar, ou ter a chance de escolher uma pílula ao saber da existência de uma Matrix ou simplesmente parar de escrever isso aqui agora (no meu caso) ou parar de ler (no seu caso) e dançar um pouco em plena cozinha ao som de um bom Alceu Valença.

Voltando, ao pegar água observei a quantidade de plástico que utilizei para simplesmente armazenar minha água, e pensei, poxa vida, eles agora estão lá, procurando mais ouro preto para que se fabriquem mais plásticos e assim todas as pessoas possuam seu próprio plástico para em questão de segundos, centésimos ou milésimos jogarem isso na rua, no lixo, no tapete de borracha do chão do carro e nem ao menos sentir a dor da terra sendro estuprada por metros e metros de canos que usurpam e corroem-na por dentro, como uma gastrite ou um fogo em plena água. Por que não se gastou, ou se gasta, na melhoria de vida dos seres humanos, tal egoísmo desvairado corroendo a tudo e a todos; quando pararemos para simplesmente ouvir o Sol nascer? Sabiam que o sol ao nascer, não que ele chore do parto, mas ele nos revela tantos segredos guardados sob sua sombra incandescente…

Ora bolas, por que vim aqui falar de minha mente e no meio do texto, ponto este onde os gramáticos exigiriam uma tal argumentação, um certo desenvolvimento da problemática ou questão apresentada, me pego a transpirar meus pensamentos? Pois este ou isto sou Eu, meu corpo e mente as vezes tão rápidos que eu mesmo, sendo isso tudo, corpo e mente e espírito (chamo aqui espírito de energia fundamental) sintam-se como as tais borboletas no escafandro fraseadas outrora.

Tenho reparado muito ultimamente na queda da água, já reparastes alguma vez? Por exemplo, pegue uma jarra de água e um copo, e elevando a jarra por cerca de aproximadamente 30 centimetros, derrame a água para dentro do copo, você consegue controlar o fluxo de água de tal forma que a água que cai não caia mais, e o tempo deixa de existir assim, simples assim, e os olhos não pisquem mais, o corpo não treme, não sua, mas ao mesmo tempo não pára, como em uma corrida na qual você consegue manter um ritmo, como nos passos da vida assentados com firmeza e vontade.

Talvez eu esteja percebendo o que é esta tal de vida e, PUXA, como ela é boa, como é bom sentir a vida correr em meu corpo, em meus dedos em mim mesmo e refletir no outro como um espelho, um espelho de paz e de vontade, um espelho do agir, do fazer, do ser Ser Hunano.

Ps.1: Voltei a estudar matemática, meu ponto fraco na Universidade; mas se quero ser professor um dia, tenho que, um pouquinho por dia, desvendar estes misterios que ainda habitam meu Eu.

Ps.2: A Cris já está muito melhor, mais ainda queixa de dores no pescoço, ao menos ela deixou de ser o Robocop, agora ela é uma Girafa, e das bem bonitas! =o)!

Ps.3: Sim, este maluco sou eu mesmo!
Dicas: Assista Avatar, pratique um ato de coragem e assista “O Curioso Caso de Benjamin Button” após tal ação, conheçam um pouquinho de Nuno Cobra (Obrigado Marcinha), aprenda sobre o passado mas viva intensamente o presente, ouça músicas que te façam sorrir e dê uma carona para aqueles que estiverem num ponto de ônibus esperando transporte público (ao menos uma vez na vida)!

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